Para que seja reposta a verdade acerca de Sua Santidade Pio XII, aqui fica este artigo. Quem for mais crítico pode comentar. :) Mas quando os implicados saem em defesa da verdade, não restam grandes dúvidas...
Um historiador judeu defende Pio XII
"Num artigo publicado no diário italiano L’Avvenire, o destacado historiador judeu David G. Dalin, afirma que a verdadeira história deixa em evidência que o Papa Pio XII foi um aceso defensor dos judeus e um crítico do nazismo, e aqueles que o criticam do contrário são ex-sacerdotes ou ex-católicos que têm “contas pendentes” doutrinais com o Papa Pacelli.
No artigo intitulado “Eu, judeu por Pio XII”, Dalin afirma que “Qualquer leitura honesta e completa das fontes demonstra que o Pontífice foi um tenaz crítico do nazismo”; e indica que “estranhamente todos aqueles que o caluniam são ex-sacerdotes ou cristãos afastados da Igreja, mas novos documentos provam que o Führer desconfiava da Santa Sé precisamente porque escondia os rabinos”.
O artigo do historiador surge a raiz de que nos últimos 18 meses foram publicados 9 livros sobre Pio XII, dos quase 4 são em defesa do Papa e 2 se ocupam dele somente no interior de um amplo ataque contra o catolicismo.
“Apesar disso, são os livros que caluniam o Papa os que receberam maior atenção da imprensa, particularmente 'O Papa de Hitler', um livro amplamente comentado e lançado no mercado”, diz Dalin, para quem “curiosamente, quase todos aqueles que hoje se encontram nesta linha –desde os ex-seminaristas John Cornwell e Garry Wills, até o ex-sacerdote James Carroll- são católicos o saídos da Igreja ou críticos em sua relação com ela”.
Ao contrário, segundo o historiador, “para os líderes judeus de uma geração precedente à campanha contra Pio XII teria sido a causa de uma enorme surpresa. Durante e depois da guerra muitos judeus famosos -Albert Einstein, Golda Meir, Moshe Sharett, o rabino Isaac Herzog e muitos outros- expressaram publicamente sua gratidão a Pio XII”.
O historiador judeu cita inclusive a obra “Three Popes and the Jews”, do diplomático judeu Pinchas Lapide, cônsul israelense em Milão, segundo o qual Pio XII salvou co certeza a vida de 700.000 hebreus, e provavelmente chegou a salvar até 860.000 da maquinaria assassina dos nazistas.
Por isso, o historiador afirma que “transformar Pio XII em um alvo para nosso desdém moral contra o nazismo e colocar o catolicismo entre as instituições deslegitimizadas pelo horror do Holocausto significa trair a tarefa de compreender a história”.
“Quase nenhum dos livros sobre Pio XII e o Holocausto se referem realmente a Pio XII e o Holocausto –diz Dalin-. O verdadeiro tema costuma ser uma discussão interna do catolicismo sobre o sentido da Igreja hoje, onde o Holocausto se converte simplesmente no garrote mais grosso com o qual os católicos progressistas podem dispor para usá-lo como arma”.
Para Dalin, o debate sobre o futuro do papado não é um tema no qual os não cristãos deveriam se meter; entretanto, opina que “os judeus, além de seus sentimentos para com a Igreja Católica, têm o dever moral de refutar toda tentativa de instrumentalizar o Holocausto e de usa-lo de maneira partidária no interior de tal debate. E isto particularmente quando tal intento denigre os testemunhos dos sobreviventes do Holocausto e estende às pessoas erradas a condenação que corresponde a Hitler e os nazistas”.
Dalin oferece então o testemunho de numerosas figuras judaicas da Europa e Estados Unidos que hoje se opõem definitivamente ao ato de denegrir que alguns irmão de religião fazem a Pio XII, entre eles Sir Martin Gilbert, Michael Tagliacozzo –máxima autoridade da comunidade hebraica de Roma sobre o holocausto- e Richard Breitman –único historiador com acesso aos arquivos secretos norte-americanos- e especialmente o próprio Lapide.
Por isso, o historiador conclui que “uma séria investigação sobre Pio XII chegaria, acredito, a conclusões exatamente opostas às de Cornwell: Pio XII não foi o Papa de Hitler, mas o Papa que sustentou os judeus mais de perto e no momento em que aquilo era verdadeiramente importante”.
Fonte: ACI
terça-feira, 25 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
ALMACORAL - já ouviste falar?
O Almacoral é um grupo de jovens de Almalagues, criado em Julho de 2009. O seu objectivo é promover a música e a cultura principalmente em Almalaguês. No passado dia 27 de Dezembro realizámos um concerto de Natal na Igreja Paroquial com "casa cheia". Temos sido solicitados para participar em algumas celebrações, principalmente casamentos. Para além do gosto pela música que nos une, os nossos ensaios são também momentos de reflexão e partilha, criando assim um ambiente de união e amizade.
Estás convidado desde já a juntar-te a nós.
O único inconveniente é teres de me aturar uma vez por semana!
O que dizes? Alinhas?
Podes ver alguns videos no youtube no canal "almacoral1"
Para mais informações: www.almacoral.blogspot.com
"Na hora da extrema solidão não estaremos nunca sozinhos"

A propósito da visita do Santo Padre ao nosso país, deixo aqui um dos textos do Papa mais bonitos deste ano. Foi proferido pelo Papa na sua visita a Turim no passado fim de semana. Tem uma mensagem importante para o nosso tempo.
"Caros irmãos, nesse nosso tempo, especialmente depois de ter atravessado o século passado, a humanidade tornou-se particularmente sensível ao mistério do Sábado Santo. O “escondimento” de Deus faz parte da espiritualidade do homem contemporâneo, de maneira existencial, quase inconsciente, como um vazio no coração que foi alargando-se sempre mais. No fim do século XIX, Nietzsche escrevia: “Deus morreu! E nós o matamos!”. Essa célebre expressão, observando melhor, é tomada quase literalmente da tradição cristã, e frequentemente a repetimos na Via Crucis, talvez sem nos dar conta plenamente do que dizemos. Depois de duas guerras mundiais, os lagers e gulags, Hiroshima e Nagasaki, a nossa época tornou-se sempre mais um Sábado Santo: a escuridão deste dia interpela a todos aqueles que se interrogam sobre a vida, em especial, interpela a nós, os que cremos. Também nós temos relação com esta escuridão."
(...)
"Todos sentimos alguma vez uma sensação assustadora de abandono, e o que da morte nos dá mais medo é exatamente isso, como quando criança tínhamos medo de estar sozinhos no escuro e somente a presença de uma pessoa que nos ama nos podia dar confiança. Assim, exatamente isso aconteceu no Sábado Santo: no reino da morte resoou a voz de Deus. Aconteceu o impensável: que o Amor penetrou “na mansão dos mortos”: também nas trevas extremas da solidão humana mais absoluta nós podemos ouvir uma voz que nos chama a encontrar uma mão que nos tomar e nos leva para fora. O ser humano vive pelo fato que é amado e pode amar; e se também no espaço da morte for penetrado pelo amor, então também lá chegou a vida. Na hora da extrema solidão não estaremos nunca sozinhos."
Saudação do Papa a Portugal

"Aproveito este momento para enviar uma saudação particular ao querido povo de Portugal, país com uma história muito ligada ao Papa, bispo de Roma. Para lá partirei na próxima terça-feira, aceitando o convite que me foi feito pelo Senhor Presidente da República e pela Conferência Episcopal Portuguesa. Sinto-me muito feliz por poder visitar as «Terras de Santa Maria», no décimo aniversário da beatificação dos Pastorinhos de Fátima, Francisco e Jacinta Marto. A todos, sem excluir ninguém, saúdo cordialmente. Até breve, em Lisboa, Fátima e Porto!"
Palavras do Santo Padre na audiência geral em Roma - 05/05/2010
Uma vida por muitos
Muitos hoje perguntam: Porque é que Jesus morreu na Cruz? Porque é que Deus permitiu que isso acontecesse?
Antes de tudo isso há uma história de amor. Já aí Jesus me amava. Por ti e por mim deu a maior prova de amor!
Mistério profundo que ultrapassa qualquer linguagem e concepção humana...
Antes de tudo isso há uma história de amor. Já aí Jesus me amava. Por ti e por mim deu a maior prova de amor!
Mistério profundo que ultrapassa qualquer linguagem e concepção humana...
Por Almalaguês
Com este espaço quero colocar mais um contributo para o diálogo e reflexão com todos os que em Almalaguês ou não, pretendem aprofundar o sentido da vida e da fé.
Porque acredito e isso me faz feliz, quero neste espaço partilhar a beleza da fé e desafiar a todos a vivê-la com intensidade.
Porque em Almalaguês é possível!
Porque acredito e isso me faz feliz, quero neste espaço partilhar a beleza da fé e desafiar a todos a vivê-la com intensidade.
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